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O que é Piggy-back? Qual sua diferença para reprogramação?

Strike Brasil

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4 min. de leitura

Se você chegou até aqui, muito provavelmente, já ouviu falar do termo Piggy-back, e quer entender melhor do que se trata e como funciona.

O Piggy-Back, ao contrário do que muitos podem deduzir, não é a mesma coisa que REMAP, ou reprogramação eletrônica. Na verdade, esses dois métodos são diferentes e cada um deles possui as suas próprias vantagens e desvantagens.

Pensando nisso, e na dúvida que esses dois termos geram em muitas pessoas, decidimos preparar um conteúdo exclusivo para explicar o que é Piggy-back e como ele se diferencia da reprogramação, bem como quais são os seus processos e suas vantagens.

Portanto, se você está tentando entender melhor sobre o assunto, continue a leitura para tirar as suas dúvidas!

O que é Piggy-Back?

Para iniciar a nossa explicação sobre Piggy-back, vamos começar pelo óbvio: o que é isso e como funciona?

O Piggy-Back nada mais é do que um módulo de potência externo. Ou seja, um módulo que pode ser instalado em um veículo de forma a realizar alterações nos parâmetros de funcionamento do mesmo.

Basicamente, o Piggy-back é um método que trabalha no sentido de interceptar os sinais que o motor do seu veículo emite constantemente durante o uso, alterando esses sinais e remetendo essas informações que serão modificadas diretamente para a ECU (Eletronic Control Unit), ou Central de Injeçaõ Eletrônica.

Só para questão de entendimento, a ECU é o “computador” presente nos automóveis, que fica responsável por processar as informações e comandos realizados com o carro, de forma a controlar o sistema de injeção eletrônica.

Ao remeter os sinais alterados para a ECU, esse computador consegue ditar parâmetros novos e diferentes de funcionamento para o motor. Por exemplo, realizando compensação de combustível, dando maior pressão de turbo e etc. No fim, o resultado principal de um Piggy-back é o ganho de torque e de potência para o veículo.

Quais são as vantagens do Piggy-back?

A primeira grande vantagem do Piggy-back é que o módulo pode ser reaproveitado posteriormente em outros veículos. Ou seja, você compra o módulo e poderá reutilizá-lo quando trocar de carro.

Além disso, esse tipo de módulo não deixa rastros dentro do software do veículo, nem mesmo na central e no hardware do motor.

Por conta dessas duas principais vantagens, o Piggyback costuma ser uma ótima alternativa para carros que ainda estão dentro da garantia.

Outro benefício do Piggy-back, é a possibilidade de fazer as alterações de módulos de condução (Sport/Eco/Race).

Por fim, o Piggy-back ajuda a manter toda a integridade da injeção (tanto do software como do hardware). Além disso, é possível retirá-lo sem a necessidade de inspeções e de revisões, e garante total segurança ao propulsor, já que mantém o sistema dentro de uma malha fechada.

Como funciona?

O Piggy-back é, muitas vezes, chamado de “Chip de Potência”. Esse método, de maneira bem resumida, funciona no formato de um dispositivo que ajuda a manipular os sinais dos sensores e dos atuadores dentro da injeção eletrônica (ECU).

Assim, a ECU pode continuar controlando todo o sistema de injeção eletrônica do veículo perfeitamente. Mas, com o piggy-back, ela compensa as diferenças que o chip de potência solicita, de forma a gerar os ganhos pretendidos, como aumento de torque e potência do motor.

O que o chip de potência fará é realizar algumas alterações nos sinais dos atuadores, de forma a levar os sinais para os valores que foram previamente programados.

Qual a diferença entre Piggy-back e REMAP?

Bom! Agora que você já entendeu o que é Piggyback, pode estar se perguntando qual é a diferença entre esse método e a reprogramação eletrônica.

O REMAP, que é o termo mais utilizado quando falamos em reprogramação na central eletrônica de um veículo, atua mudando os parâmetros de calibração do mesmo.

Comparando com o método de piggy-back, a principal diferença entre os dois modelos é, justamente, o fato de o REMAP ser feito a partir de uma alteração direta no software, enquanto o Piggy-back altera os sinais enviados à ECU.

No entanto, o REMAP consegue oferecer uma performance um pouco mais elevada, já que as reprogramações conseguem ser realizadas dentro do sistema, eliminando as barreiras.

Do outro lado, realizar um REMAP é uma prática com alguns riscos, já que essas alterações realizadas no sistema, podem atingir partes indesejadas, como as próprias proteções do motor e travamentos do controle de injeção eletrônica.

Além disso, os sinais alterados podem ser compensados pela ECU conforme o tempo passa. Assim, os efeitos do Piggy-back podem ser atenuados ou eliminados pela autocorreção do sistema para manter os padrões de fábrica. Como o remap altera esses parâmetros direto no código da ECU, seu efeito é duradouro.

Conclusão

No geral, ambas as metodologias são opções para quem quer elevar a potência do automóvel. E o mais importante é optar por serviços confiáveis para evitar quaisquer uma dessas vantagens, e desses riscos que citamos aqui.

O remap oferece maior controle, segurança, ganhos e personalização. Entretanto, nem todo remap é igual; é fundamental contar apenas com especialistas para alterar um sistema tão crucial para o desempenho e segurança do seu veículo.

Conte com quem é a maior referência em Remap da América Latina. A Strike Brasil possui mais de 40 lojas espalhadas pelo Brasil, Paraguai e Bolívia, com softwares desenvolvidos internamente com equipe dos melhores engenheiros na Europa.

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