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O que faz a Central de Injeção Eletrônica

Strike Brasil

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3 min. de leitura

A Central de Injeção Eletrônica, também conhecida pela sigla ECU, nada mais é do que todo o cérebro que coordena, e cuida do sistema eletrônico do motor do seu veículo, sendo uma peça chave para o automóvel como um todo.

Por isso, a Central de Injeção Eletrônica é essencial no processo de conversão dos dados analógicos em dados digitais, por onde as informações são captadas, processadas e tratadas, de forma a gerar os comandos necessários para que o motor funcione.

Dada a sua importância, investir no serviço de reprogramação de injeção eletrônica acaba sendo essencial. Mas muitos motoristas ainda não possuem conhecimento do quão fundamental esse sistema é para o funcionamento correto do veículo.

Pensando nisso, esse texto apresentará, de forma simples e direta, o que é a Central de Injeção Eletrônica, o que ela faz, o que é o serviço de Reprogramação de Injeção Eletrônica, e por qual motivo o Remap é uma boa ideia.

O que é a Central de Injeção Eletrônica e o que ela faz?

A Central de Injeção Eletrônica veio para substituir o carburador. Desde que surgiu, é obrigatória a presença da ECU em todos os automóveis que feitos no Brasil.

O primeiro veículo que recebeu a ECU foi o Volkswagen Gol GTi, ainda nos anos 80. Depois, em 1990, o Santana Executivo também ganhou a Central de Injeção Eletrônica e, posteriormente, o Monza MPFI e o Kadett GSI.

Como explicamos brevemente no início, a ECU é uma peça responsável por gerenciar todo o funcionamento do motor do seu automóvel. Aliás, isso inclui todas as informações do mapa de ignição, de injeção, do limitador de torque e de velocidade.

Desse modo, a Central de Injeção Eletrônica fica responsável por controlar todo o seu veículo, funcionando de forma muito similar ao nosso cérebro.

Por isso, a ECU possui diversas funções diferentes, ajudando no controle da entrada de combustível, pressão de ar, marcha lenta, válvulas e o tempo de ignição.

O controle de todas essas funções é feito através de um circuito integrado eletrônico.

Ele leva em consideração, principalmente, a situação atual de funcionamento do motor, ajustando todos os pontos para que ele atinja o melhor desempenho que conseguir.

O circuito da Injeção Eletrônica, por sua vez, trabalha com sensores e com atuadores no controle de todas as atividades. É muito importante saber diferenciar e não confundir um com o outro.

Diferença entre sensor e atuador da Central de Injeção Eletrônica

O sensor na Central de Injeção Eletrônica é o responsável por captar a informação e encaminhá-la para a central. Ou seja, ele não vai atuar diretamente na Injeção Eletrônica, mas sim, “visualizar”, tudo o que está acontecendo e passar essas informações.

Com essas informações que o sensor passa, a Central de Injeção Eletrônica consegue determinar o comando necessário para cada situação.

Resumindo, o sensor vai apenas “sentir” o que está acontecendo ali, e transmitir o que viu para a central.

Por outro lado, o atuador, como o próprio nome já sugere, vai atuar, efetivamente, dentro da Central de Injeção Eletrônica. Isso quer dizer que o atuador da ECU consegue, por exemplo, mexer na borboleta, pulsar o bico e executar várias outras ações.

Então, ao receber as informações pelo sensor, a Central de Injeção Eletrônica envia a ação que o atuador deve executar.

Reprogramação de Injeção Eletrônica

Fica mais do que nítida a importância que a Central de Injeção Eletrônica possui no funcionamento de um veículo, não é mesmo?

Desde que o sistema surgiu, o avanço da tecnologia em toda a indústria automobilística permitiu a criação de outros serviços e ferramentas. Com isso, foi possível aprimorar ainda mais o desempenho dos motores dos veículos.

As alterações surgem para dar ainda mais potência, aceleração e torque. Nesse sentido, a Remap de Injeção Eletrônica é uma espécie de alteração no software, permitindo que os proprietários consigam ter um melhor desempenho em seus veículos.

Serviço de Remap da Strike Brasil

Dentro deste contexto, a Strike Brasil é uma empresa reconhecida e com autoridade em Reprogramação de Injeção Eletrônica em toda a América Latina, possuindo mais de 40 unidades, tanto no Brasil como no Paraguai e na Bolívia.

Os mapas da Strike Brasil são feitos por uma equipe de engenheiros europeus especialista no assunto, e com foco em desenvolver serviços com o mais alto padrão de qualidade.

Atualmente, a Strike Brasil oferece duas opções diferentes de Remap. A primeira delas é ideal para quem deseja ganhar potência e torque no veículo, mas sem ter que fazer substituições mecânicas para isso. Esse remap é o Stage 1.

A segunda opção é o Remap Stage 2, que permite incrementar a potência e o torque para além do que foi feito no Stage 1, utilizando um software destinado a oferecer alta performance, e sendo mais indicado para carros turbo ou para sobrealimentados.

Com a Strike Brasil, você consegue deixar o seu veículo muito mais potente, através de sistemas e serviços de qualidade. Entre em contato e encontre a unidade mais próxima de você! 

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